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Contos Eróticos de Estrupro
Violando cu de minha irmã
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Ui, aquilo dava-me um tesão danado! Eu tinha 16 anos e chegar a casa que ficava a 5 minutos da escola no final das aulas, às seis e meia da tarde, e encontrar minha irmã que saía mais cedo uma hora, fechada no quarto fodendo com o namorado era o suficiente para ficar imediatamente de pau feito. Também não admirava. Apesar de eu ser dois anos mais velho do que ela, em matéria de sexo eu ainda não tinha passado da fase da punheta e muitas toquei à custa daqueles seus encontros íntimos e secretos que meus pais nem sonhavam sequer que aconteciam. Com o tempo fui-me tornando mais atrevido. Em vez de correr logo para a casa de banho tocá-la no vaso da sanita, ou de me sentar na beira da cama com uma revista pornográfica com fotos de casais entregando-se ejaculando para cima dela como fazia no início, descalçava os sapatos, e pé ante pé, ia até à porta do quarto dela, colava meu ouvido a ela, e ouvindo-a gemendo de prazer, espreitava pelo buraco da fechadura tentando-a ver de pernas abertas recebendo o cacete dele. Tirando então a pila pelo fecho das calças ficava ali punheteando-me, ainda que sem me vim para não derramar a esporra no chão. É certo que devido à posição onde a cama de minha irmã fora colocada eu não conseguia ver nada, mas ouvia tudo e isso era quase tão bom como ver. Até porque dava para perceber que minha irmã quando abria as pernas se comportava como uma verdadeira puta, como eu gosto que uma mulher seja nestes momentos, fazendo-me desejar muito estar no lugar dele.
- Mete o caralho no meu pito – pedia ela com a voz cheia de tesão.- Mete tudo, até ao fundo, meu fodilhão safado. Quero sentir os teus colhões esfregarem-se todos no meu pito. Não pares! Mete tudo! Isso! Assim! Come-me! Ai que é tão bom!
Ele que devia ter um cacete bem grande fazia-a gemer enquanto o ranger do colchão demonstrava o quanto ela se rebolava toda nele. Ah, grande puta, era mais nova mas já sabia bem mais do que eu. E então aqueles seus gemidos abafados cada vez mais prolongados à medida que se aproximava do orgasmo – ai, aii, aiii, aiiiii, até finalmente chegarem ao aiiiiiiiiiiiii, indicando-me que ela, e ele provavelmente, se estava a vir deixavam-me louco de tesão obrigando-me fazer um esforço danado para não me esporrar todo ali. Apressadamente, mas sem fazer barulho para não ser denunciado, voltava para o meu quarto, e então já nem precisava de abrir as páginas da revista porno para esgalhar as melhores punhetas da minha vida.
Como minha mãe chegava a casa pouco depois das sete, minha irmã depois de o namorado ter esvaziado os tomates nela, não perdia muito tempo. Despedia-se dele, a porta da casa abrindo-se e fechando-se era indício de que ele já se fora embora, e corria a tomar um duche rápido. Eu também agora com os meus já vazios, e ainda descalço, ia-a espreitá-la no banho. E aí sim, eu já conseguia ver tudo. Como o chuveiro fica mesmo em linha recta com o orifício da fechadura, eu conseguia vê-la na sua plenitude enquanto se ensaboava. Foi a primeira rapariga com corpo de mulher que eu vi integralmente nua na vida. E como ela era bonita, em especial os seus pentelhos negros como o seu cabelo e olhos e as suas maminhas de tamanho médio, direitinhas e tesas como o meu pau quando tocava ao bicho, pois elas na época nunca tinham dado de mamar a ninguém, embora quase de certeza o namorado já lhes tivesse metido a boca. Quase sempre, quando ela acabava de tomar banho, eu com a visão do seu corpo nu não conseguia conter-me que não tocasse outra. Hoje em que acontece-me por vezes querer dar uma e não a conseguir pôr de pé lembro com muita inveja e saudade a facilidade com que se tem tesão quando se é mais novo. E o inevitável aconteceu. Com o passar do tempo, eu achei que também tinha o direito de meter nela, mesmo sendo seu irmão. Afinal de contas eu era mais velho achei que também tinha o direito de provar o seu mel. E estando ela desonrada por outro porque não haveria de o ser por mim? È claro que teria de bolar um plano para o conseguir pois ela não o daria para mim voluntariamente como dava a ele, embora eu tivesse a certeza que ela já há muito se apercebera do meu tesão e das minhas práticas onanistas no final das suas trepadas.
Teria de ser naquele espaço de tempo que mediava entre a saída do namorado e a chegada de minha mãe, enquanto ela tomava seu duche rápido pois eu queria comê-la enquanto ela estivesse ainda com o cheiro do outro no corpo, e a langonha dele na rata. Lembro-me de uns anos mais tarde, quando comecei a ir às putas procurar ir sempre com uma que tivesse acabado de foder com outro cliente pois isso me entesa muito mais. Mas eu queria ainda mais do que isso. Queria comer-lhe um buraco em que o namorado não tivesse metido. Como ela, além de lhe dar o pito já lhe tinha feito uns broches pois eu já o ouvira mais de uma vez pedir-lhe que ela o chupasse , pedidos que pelo que me apercebera ela não se recusava a fazer-lhe, esse buraco só poderia ser o do cu. E imaginei como o poderia fazer. Iria ser uma violação incestuosa mas eu estava certo que a puta não me iria denunciar.
No dia seguinte apressei-me para chegar a casa, e como de costume os dois safados já estavam transando no quarto. Para ficar com o pau o mais possível em pé, escutei-os de ouvido encostado à porta como sempre fazia, com ele na mão sobre o fecho das calças aberto. Nesse dia a desavergonhada pareceu-me que gemia com mais tesão do que o costume enquanto ia proferindo expressões que mais pareciam de uma mulher da rua do que de uma menina de 14 anos:
- Ah, meu garanhão! Como tu sabes foder bem! E que caralho gostoso tens! Nunca me canso de apanhar com o teu caralho. Mete! Mete tudo! Mete com força. E dá-me com força que quero sentir os teus colhões batendo-me na rata. Oh, como tens os colhões duros! Ai que bom!
Desta vez ele não parecia com pressa de os despejar tanto tempo, ou pelo menos assim me pareceu, eles ficaram ali fodendo enquanto a cama rangia como só ouvido. Eu que noutros dias teria gostado de os ouvir dando uma trepada tão demorada, nesse embora me fosse entretendo com a minha punheta, como estava com ideias de me aproveitar de minha irmã comecei a desesperar-me com medo que não desse tempo de levar a minha avante antes que nossa mãe chegasse. Mas deu. Eles lá acabaram de se vir e ficaram ali mais um bocado nos beijos e apalpões até minha irmã lhe lembrar que era melhor ir-se embora não fosse minha mãe chegar e apanhá-los naquela situação comprometedora. Furtivamente apressei-me a voltar para o meu quarto, onde me deixei estar até o ouvir sair, e a água do chuveiro na casa de banho. Estava na hora. Aquela putazinha precoce tinha a coninha arrombada, e cá agora o maninho carente ia tratar de lhe arrombar igualmente a abertura do buraco de trás. Melhor tratamento ela não podia ter. Minha pila mede 17 cms. e tem uns 5 ou 6 de grossura, achava que suas medidas não eram excessivas para inaugurar um cuzinho virgem como ela e portanto mais apertado, mas confiava que apesar de tudo ela iria ficar com ele a arder. E com tais ideias meu cacete começou a balançar nervoso, para cima e para baixo mortinho por se esporrar todo dentro do rego dela.
Tirei a roupa toda num ápice e encaminhei-me nu para o banheiro. Ninguém lá em casa se fechava por dentro, e quando abri a porta e entrei a água caía abundantemente e o seu vapor era intenso. Minha irmã de costas sentiu a corrente quando a porta se abriu e voltou-se. Ao ver-me caminhando para ela, nu e de pau feito, soltou um grito, tapou seus pentelhos com as mãos e perguntou-me o que queria dali, embora sua pergunta fosse parva. O que é que um homem despido, com a pila em pé haveria de querer de uma moça despida e desonrada como ela mesmo sendo irmão?
- O que é que havia de querer, sua pega? – respondi-lhe para a fazer sentir ainda mais atemorizada – Quero fazer contigo o mesmo que o teu namorado te estava fazendo há poucos momentos atrás.
Ela protestou, dizendo que não podia ser pois éramos filhos dos mesmos pais, que nossa mãe estava chegando e nos podia surpreender (e quando estavas com ele, pega, não tiveste medo que a mãe vos surpreendesse, perguntei-lhe), e ela então tentou dar-me com o chuveiro na cabeça, o que teria conseguido se não me tivesse desviado prontamente.
- Ah, minha grande puta não me queres dar o que dás ao marmanjo, mas já vais ver!
E preguei-lhe uma bofetada, não com muita força mas que a fez desequilibrar.
- Minha rameira se não me deixas pôr em ti, esbofeteio-o toda e depois vais contar à mãe e ao pai a razão das tuas marcas na cara.
Ela parou então de me tentar agredir e começou a chorar. Como não podíamos perder grande tempo puxei-a para mim, meu cacete agora enorme tal a quantidade de esporra que devia ter dentro esfregava-se todo nas suas pernas, e ela compreendendo que ia ser mesmo violada apenas me perguntou se eu tinha alguma camisa de Vénus como o namorado, pois tinha medo que a deixasse grávida.
- Está descansada, vadia! – como sabia bem tratá-la assim – onde te vou meter a pila não ficas prenha.
Ela arregalou os olhos de pavor percebendo que a ia enrabar. Pediu-me que não o fizesse, que lhe fosse antes ao pito, que no cu ia-lhe doer muito, mas não adiantou, acho até que fiquei mais excitado com as súplicas delas.
- Vira-te – mandei-a – senão bato-te até te deixar toda negra.
Ela virou-se então, e eu mantendo a água aberta caindo-lhe sobre os cabelos compridos fi-la pôr-se de joelhos no tapete de banho, e enfiando-lhe as mãos por trás entre as coxas comecei a apalpar-lhe a coninha, a meter-lhe um dedinho dentro dela e a masturbá-la com ele. Minha irmã a principio indiferente, não tardou apesar da foda que acabara de receber a começar a sentir-se bem com ele ali dentro e não tardou muito a rebolar seus lábios vaginais nele demonstrando estar de novo com tesão. Meu caralho esfregava-se agora todo no rego do cuzinho dela deixando nele um rasto de esperma e as palmas de minhas mãos começavam a ficar molhadas com o suco da coninha dela. Era bom que ela estivesse gostando tanto como eu pois aquilo podia significar mais trepadas de futuro.
Minha pila começava agora a estremecer com mais força, e eu que não tinha nenhuma experiência com mulheres compreendi que não me iria aguentar muito mais tempo. Além disso era preciso contar com minha mãe que não deveria demorar muito a chegar. Se queria mesmo despejar o leitinho de meus tomates naquele cuzinho virgem não podia perder tempo.
- Vou-te comer o cu- disse-lhe por jactância.
Minha irmã já estava por tudo. Empinei-lhe o rabo branquinho e sem pelos de maneira a posicioná-lo melhor em relação ao meu caralho, e ela apenas me pediu que o ensaboasse bem de modo a facilitar-lhe ao máximo a penetração. Apresentando-lho entre as pernas dela mandei que fosse ela a fazê-lo pois nunca mãos femininas me tinham tocado nele. Com alguma relutância ela lá o foi fazendo, e enquanto procedia a tal operação eu não resisti. Como ela assim empinada ficava com o rabo todo oferecido comecei a lambê-lo introduzindo minha língua bem no seu olhinho intercalando aquele minete com beijos nas nádegas. Que delicia! Apostava que o namorado nunca lhe tinha feito aquilo e minha irmã estava encantada comigo como bem podia ver. Eu próprio nunca poderia imaginar que fosse tão bom lamber-lhe o cu. O meu tesão era cada vez maior e eu precisava muito de me vir. Também a puta mais sabidola do que eu, e algo atemorizada com a enrabadela que ia levar, enquanto passava o sabão no meu pau ia-me punheteando com mais força procurando fazer com que eu me esporrasse antes de meter nela. Mandei-a parar, achei que já estava bem ensaboado.
- Se me fazes vir minha vadia desfaço-te toda- - avisei-a.
Ela largou então minha pila e eu alargando-lhe as pregas com as mãos de maneira a abrir-lhe ao máximo o olho cuspi dentro ele como nas histórias pornográficas que devorava, e voltei a esfregá-la no rego.
- Vai com cuidado que nunca ninguém meteu aí – pediu ela.
Eu prometi-lho. A cabeça da pixota estava agora bem apontada ao olho do cu dela e eu segurando- a pela rama comecei a enfiá-la. Que apertado era aquele buraco! Minha irmã começou a gemer de dor quando a cabeça começou a entrar e pediu-me para parar mas eu fiz ouvidos de mercador. Se parasse vinha-me e já não poderia meter. Comecei a enfiar com mais força para sentir os colhões tocar naquele rabinho que me deixava louco de desejo. Ela começou a berrar.
- Pára! Pára! Não aguento mais! – gritava mas eu era insensível aos seus rogos.
- Quando é ele que te está a ir ao pito não berras assim grande puta- respondia-lhe.
Ah, que bom era sentir meu pau entrando naquele cuzinho apetitoso. E que pena eu tinha de não possuir uma tora de meio metro para o deixar todo rebentado. Quando finalmente consegui meter tudo e os meus colhões ficaram ali roçando aquele cu comecei a sentir uma pressão enorme na pila (fico com tesão só de me lembrar disso) como se o túnel onde ela se alojara a quisesse esmagar. Oh, havia lá sensação melhor do que aquela! E agora só faltava começar a fazer o resto. Começar no mete e tira. Meus quadris recuaram um pouco, voltaram a ser jogados para a frente, depois de novo para trás, depois outra vez para a frente, atrás, frente, frente atrás, meu caralho entrava e saía ainda que eu não o tirasse de vez pois não queria ouvi-la gritar quando lha voltasse a meter de novo, e minha irmã ia sendo enrabada naquela cadência enquanto eu dizia adeus à minha virgindade. Minhas mãos tão depressa lhe estavam apalpando o grelinho penetrando-o com os dedos, como lhe subiam ao peito esfregando-se-lhe nas mamas. Ela gemendo sempre, não me pedia como fazia com o namorado que lhe metesse tudo mas rebolava-se toda no meu pau e dedos evidenciando todo o seu entusiasmo naquela enrabadela. Ela era mesmo uma putazinha bem safada, não haviam dúvidas.
É claro que não me aguentei muito tempo, pois afinal aquela era minha primeira vez. Mas quando me vim fiquei impressionado com a quantidade de esporra que meus tomates produziam. Eu lancei-lhe seguramente mais de meia dúzia de esporradelas que pareciam nunca mais ter fim de tal modo foram intensas. Quando ela se levantou a langonha começou a escorrer por ela abaixo, grossa, espessa formando uma mancha compacta no tapete de banho que a água arrastava para o ralo. O carro da mamã já se ouvia a entrar no portão e eu estava ali todo nu e molhado. Mas minha irmã portara-se bem e eu não resisti a beijá-la na boca coisa que nunca fizera a moça alguma. Peguei na minha toalha para me ir limpar para o quarto.
- Nem uma palavra – adverti-a antes de sair. - E vais-me deixar fazer isto mais vezes senão denuncio-te.
Ela não disse nada mas pareceu gostar da ideia, e a verdade é que me voltei a servir do cuzinho dela muitas mais vezes sem necessidade de voltar a recorrer a ameaças. Afinal além de nós ninguém mais sabia e enquanto eu gozasse daquela maneira não precisava de usar camisa de Vénus porque ela não corria o risco de engravidar.


Autor: RIBEIRO
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