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Contos Eróticos de Incestos
Putunha do papai
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Oi pessoal, depois daquele dia que dei a bundinha para o meu pai, não falamos sobre isso, tínhamos bebido, e talvez ambos estivéssemos pensando que este foi o real motivo de tudo ter acontecido. Mas o clima ficou um pouco “pesado” entre nós durante alguns dias, mas acabou voltando ao normal. Eu trabalho o dia inteiro e ele também, a noite tenho faculdade, então não nos falamos muito, só nos finais de semana e rapidamente no café da manhã. Tudo estava tranqüilo, mas minhas férias chegaram, fui para a praia, minha mãe e meu pai apareceram por lá em um final de semana, voltamos da praia dia 15 de fevereiro e eu fiquei de férias até dia 22, uma semana em casa, todos trabalhando, meu pai, minha mãe e o Guto. Aproveitei para deixar tudo em dia e para pegar uma piscina e eu adoro me masturbar no jato de pressão que faz a circulação d’água, sempre cuido para ninguém perceber, mas como estava sozinha tirei a calcinha para sentir a pressão d’água com mais força. Eu fico segurando o corpo com os braços na borda e as pernas flutuando, enquanto me masturbo, uma delícia... eu estava me deliciando quase que diariamente com aquilo, até que um dia eu tive a impressão de ser observada, olhei para os lados e não vi ninguém, mas resolvi parar e entrar. Qual não foi minha surpresa ao ver meu pai na cozinha abrindo uma cerveja. Perguntei se ele tinha chego há tempo, ele confirmou, fiquei desconfiada que talvez tivesse me visto, mas perguntei. Ele me ofereceu cerveja, eu bebi uns goles e fui tomar banho. Não usamos chaves lá em casa, nenhum quarto ou banheiro tem, minha mãe tirou todas quando éramos crianças para não nos trancarmos e assim ficou por anos, e acabamos nos acostumando com isso. Estava tomando banho, quando meu pai abriu a porta e pediu para entrar e falei que sim. Ele estava demorando a sair, então dei uma espiadinha e vi que ele estava fazendo a barba, estava com o rosto coberto de espuma de barbear. Sai do chuveiro e comecei a secar o cabelo ali, conversamos algumas coisas banais, nem lembro. Ele falou: “achou cheirosa essa nova espuma?” “hum, bem que percebi um cheirinho diferente” então ele aproximou o rosto e disse para cheirar mais de perto, então, ele esfregou espuma no meu rosto e eu gritei “aiiiii, pai, que saco!”. Ele disse: “desculpa, vem cá q limpo”, começou a limpar meu rosto, eu de toalha e ele só de bermuda, encostou o corpo bem mais do que o necessário do meu, gelei na hora, e pareceu demorar horas para ele limpar a espuma no meu rosto. Quando ele abriu a gaveta para pegar o barbeador, olhou e viu q estava cheio de pêlos, e logo falou: “já não pedi para você não usar o meu barbeador para se depilar?” “ai pai desculpa, mas é que ele é muito bom”. Eu adoro mach 3 da gilette, é maravilhoso, inevitável usá-lo para depilar minha bucetinha, até porque gosto de tirar quase tudo e ele não machuca nadinha. Ele perguntou: “quando você usou?” eu respondi: “ontem” ele: “hum”. Como ele estava com o corpo colado ao meu, percebi que ficou excitado, e eu também fiquei sentindo o pau do meu pai. Ele pediu se eu não queria fazer a barba dele, achei estranho, mas acabei fazendo, fiquei para na frente dele e comecei a fazer, ele subitamente me pegou pela cintura e me sentou na pia, eu tava de toalha, abri as pernas um pouco para ele se prostrar na minha frente, eu fiquei concentrada, não queria machucá-lo, mas ele não estava ligando para minha habilidade com o mach 3. Ele disse: “Ta fazendo direitinho...” “estou” “posso ver como ficou na sua bucetinha?” “ai pai, sei lá” “deixa, vai meu bem, só quero ver como ficou”; Então, ele levantou a toalha e ficou olhando, disse que estava bonito e começou a passar um dedo nos poucos pelinhos que deixei nela... eu comecei a ficar em brasa. Ele se abaixou e começou a passar a língua só pelos pelinhos, bem de leve, e eu não estava agüentando e abri bem as pernas e fazia contrações com a barriga para ele descer mais um pouco... ele desceu, passava a língua com gosto, bem devagar, bem molhada, eu tirei a toalha e joguei no chão e comecei a passar as mãos pelos meus peitos. Ele falou: “ai, como você está gostosa filhota”. Eu estava em ponto de bala e ele tirou a bermuda e sentou na borda da banheira e disse: “vem aqui meu bem, vem” e eu fui rapidinho, ele segurava o pau, já duro, me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar aquelas bolas deliciosas, lambia, babava nelas, e passava a língua em toda base do pau, só para deixá-lo com mais tesão, ele gemia... eu falei para ele: “ai que nojo que tenho de chupar” ele fez cara de quem não estava entendendo, porque eu chupava com gosto, daí eu expliquei que era uma brincadeira que eu queria fazer, para ele me forçar a chupar, “pega meus cabelos, pai” ele entendeu, e me agarrou com força pelo cabelo e me “forçou” um boquete, que eu estava amando. Ele parou e disse para sentar em cima dele, eu fui, ele me segurava pela bunda e foi me sentando com cuidado no pau, entrou gostoso, e comecei a cavalgar em cima daquele pau quente e gostoso do meu pai, ficamos nos olhando com desejo e amor. Foi muito lindo. Eu gozei rapidinho, cavalgava com força para a pica entrar inteira, aiiii que delícia gozar no pau do meu pai. Mas ele não estava satisfeito, esperou um pouquinho, lambeu minha bucetinha, disse que era tão gostosa, que tinha um cheirinho de limpa, que era um gozo clarinho, transparente, gostoso de chupar... comecei a ficar excitada de novo, porque ele lambia e falava, chupa e falava... Ele me colocou de quatro, eu segurando na borda da banheira e ele com um pé em um degrau e o outro no chão. Então ele falou sobre aquele dia que dei a bundinha para ele: “amorzinho, me lembro todos os dias daquele dia que comi sua bundinha, fico de pau duro só de lembrar” “sério, pai? Eu também penso muito nisso” Ele começou a lamber minha bundinha, mas não precisava disso, eu amo dar a bundinha, tenho muito tesão, já falei isso, né? Ele começou a passar a cabeça na entradinha, e eu logo pedi para ele forçar a entrada, ele não perdeu tempo, foi logo metendo o pau no meu cu, eu adoro isso, dei um gemido alto, gosto de sofrer de dor e ser compensada depois, meu pai estocava com força, e ficava dando tapas na minha bunda, gritava: “ah que puta gostosa que eu tenho em casa” “ah, pai, delícia, não pára” “Capaz que eu vou parar, vou te foder muito, meu bem” e fodia, batia na minha bunda, me chamava de putinha do papai, eu logo, logo estava começando a gozar, “vou gozar pai” “goza meu amor, goza no pau do seu pai”. Eu suplicava para ele me foder mais e mais, e comecei a gozar ahhh, ahh, ahhh e ele também, porque senti aquele jato no rabo, “sente a minha porra, sente” papai gritava entre gemidos. Tomamos banho juntinhos e depois esperamos o mano e a mami chegarem na varando tomando cerveja. Bjos, meu e-mail e msn: susana_contos_eróticos@hotmail.com e susananingler.zip.net
Autor: susana_contos_eroticos@hotmail.com
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